Viagem Literária – Criação Literária com Verônica Stigger

Viagem Literária dia 16 de novembro a partir das 18h00, no Espaço Cultural “Cidade do Livro”

Criação Literária:

A criação de textos desta oficina parte de um dos elementos fundamentais de toda narrativa ficcional, seja conto, seja romance: a descrição. A partir da leitura de trechos literários, serão ressaltados a importância da observação prévia e atenta e os diferentes procedimentos por meio dos quais é possível descrever um objeto, uma pessoa, uma cena, entre outros.
Duração: aproximadamente 4 horas.

Verônica Stigger:

É escritora, crítica de arte e professora universitária. Possui doutorado em Teoria e Crítica de Arte pela USP e pós-doutorado pela Università degli Studi di Roma “La Sapienza” e pelo Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Tem cinco livros publicados: quatro de contos e um infantil. Teve alguns contos traduzidos para o catalão, o espanhol, o francês, o sueco, o inglês e o italiano.

VAGAS LIMITADAS!

Mais informações ou inscrições: (14) 3263-3123 ou cidadedolivro@gmail.com

Trovadores Urbanos abrem o Festival do Livro

Na próxima segunda (17/10),  um belíssimo show abre em grande estilo a programação do Festival do Livro. À partir das 20h o romantismo das serestas preencherá por toda a concha acústica, na voz dos “Trovadores Urbanos”. 

O espetáculo divulga a trajetória de 20 anos do grupo.Oito músicos, num palco com pétalas de rosas vermelhas, mostrando que o universo dos Trovadores Urbanos vai muito além de serenatas nas janelas. Delicadeza, profissionalismo, suing e muito romantismo! O quarteto vocal, Eduardo Santhana, Juca Novaes, Maida Novaes e Valéria Caram, o grupo que originou o projeto conhecido internacionalmente, mostra bom gosto e competência musical, num repertório requintado e criativo. O espetáculo divulga, também, o lançamento do sétimo CD – “Amor até o fim “.
O show “Trovadores Urbanos – 20 anos” levou 1.600 pessoas, em Maio, ao Memorial da América Latina e 584 pessoas, ao Auditório Ibirapuera, em Junho.

III Encontro de Literatura Infanto-Juvenil

No dia 21 de outubro, a Diretoria de Cultura da Prefeitura de Lençóis Paulista promoverá o III Encontro de Literatura Infanto Juvenil. Um evento que tem o objetivo de reunir professores, escritores, profissionais de bibliotecas e apreciadores de literatura em geral para discutir ações e iniciativas de incentivo ao hábito da leitura entre crianças e jovens.

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Um dos recursos das publicações destinadas ao público infanto-juvenil, que mais colaboram para o despertar da alfabetização e do hábito da leitura, são as ilustrações. Pensando nisso, a programação deste III Encontro, traz palestras com quatro competentes autores / ilustradores:

Graça Lima

Nasceu no Rio de Janeiro, em 1958. É formada em comunicação visual pela Escola de Belas-Artes (UFRJ) e mestra      pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). Trabalha com design gráfico desde 1985 e já ilustrou mais de 50   livros,   aqui e no exterior, muitos deles premiados. É amiga e sócia de Roger Mello e Mariana Massarani, e lançou  com eles o livro Vizinho, vizinha.


Eloar Guazzelli

Eloar Guazzelli Filho nasceu em Vacaria (RS) em 1962 e participa de várias publicações de quadrinhos desde a década de 1990. Foi premiado no Yomiuri International Cartoon Contest (1991) e no Salão Internacional de Piracicaba em 1991, 1992 e 1994. Na II Bienal de HQ do Rio de Janeiro foi indicado para o primeiro lugar na categoria Quadrinhos. Em 1994, lhe foi concedido o troféu HQ Mix na categoria desenhista revelação.

Guazzelli, que também trabalha com desenhos animados, participou da edição da revista Front, um marco dos Quadrinhos adultos no Brasil atual. Trabalhos seus foram publicados na Argentina, na Fierro e na Lapíz Japones, e na Espanha, na Ojo Clinico. Guazzelli participa como membro de júri de vários salões de humor pelo Brasil. Em dezembro de 2005, ministrou uma oficina gratuita de Quadrinhos na Gibiteca do SESI.


Maurício Negro

Ilustrador, escritor e designer gráfico. Nascido em São Paulo, em 1968. Estudou Arquitetura e Urbanismo e é graduado em Comunicação Social pela ESPM. Tem mais de cem livros ilustrados e participou de diversas exposições e catálogos na Alemanha, Argentina, Brasil, China, Coreia, Esvoláquia, Itália, Japão e México. Membro do conselho gestor da SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e filiado à AEI-LIJ (Associação dos Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil). Escreveu, projetou e ilustrou seis livros: Jóty, o tamanduá, A palavra do grande chefe, Quem não gosta de fruta é xarope, Zum Zum Zum, Balaio de Gato e Mundo Cão. Em 2005, após uma temporada de estudos, pesquisa e projetos na França, retornou ao Brasil. Para ilustrar muitos projetos recentes, tem produzido pirogravuras – coloridas com pigmentos naturais, material reciclado, anilinas ou tinta acrílica – cuja linguagem flerta tanto com os registros rupestres, étnicos ou primitivos, quanto com a chamada arte popular, fazendo uma releitura simbólica dessas fontes frente ao imaginário contemporâneo.

Orlando Pedroso

paulistano, nasceu em 14 de fevereiro de 1959.

Em 1978, publica pela primeira vez, já na época da abertura política, no jornal esquerdista “Em Tempo”. Morou na Europa por três anos e meio. De volta, em 85, passa a colaborar com o jornal Folha de São Paulo e com as melhores e piores publicações da cidade, entre elas, Playboy, Capricho, Carícia, Istoé, Exame, Claudia, Marie Claire, Elle, Quatro Rodas, Atrevida, Veja, Você s/a, além de ilustrações e capas para editoras como Moderna, Ática, Senac, Scippione, Nova Cultural, Ediouro e Salamandra.

Em sua empresa, a CO2 Gráficos, desenvolve projetos gráficos para empresas e peças de teatro. É co-autor do “Livro dos Segundos Socorros” dos Doutores da Alegria, além de ser responsável pela criação de suas peças de comunicação.

Em 97 expôs nos espaços Unibanco de Cinema de São Paulo e Rio os desenhos de “Como o Diabo Gosta” e em 2001, no espaço Ophicina, em São Paulo, “Olha o Passarinho!”. Em 2002, organizou o livro “Dez na área, um na banheira e ninguém no gol”, lançado pela Via Lettera. Prêmio HQMix de melhor ilustrador de 2001.

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Sugestão de Leitura: Série “A Guerra dos Tronos”

Boletim 2ª Quinzena de Agosto

Exposições de Xilogravuras e Ilustrações são destaque nas Festividades do Folclore

O artista plástico e cordelista Cristiano Taioque e o designer e professor de artes Rodolfo Vanni preparam uma exposição temática no Espaço Cultural “Cidade do Livro”, por ocasião das Festividades do Folclore, evento realizado pela Diretoria de Cultura.

Taioque mostrará seu trabalho com xilogravuras enquanto Rodolfo apresenta ilustrações de seus alunos de desenho artístico. Curso que ministra na Casa da Cultura.

A exposição tem início às 9hrs.

Informações: 3263-6525

Concerto com o Coro Cantat Vocal da Venezuela

Concerto do Coral Cantat, formado por jovens estudantes de várias universidades do Estado Zulia. Com repertório diverso que vai de músicas do Renascimento até peças contemporâneas.

Iniciou suas atividades em 10 de janeiro de 2009 na cidade de Maracaibo sob a direção do Maestro Jaun Carlos Chacón Bersague, este conjunto de vozes, é composto por dezesseis jovens estudantes da Universidade Católica “Cecílio Acosta” e da Universidade de Zulia.

Vocal Cantat é uma nova proposta para o estado de Zulia e para a Venezuela. Em sua estréia realizada em 24 de Abril de 2009 foi agraciado com o Prêmio do Público por sua excelente participação no Festival “Uma Canção para a Páscoa”, realizado na cidade de Maracaibo, Estado Zulia. Em 2009 participaram também do Festival Internacional de Música de Yucatan, em Mérida no México.

 

Local: Espaço Cultural “Cidade do Livro” – Rua Pedro Natálio Lorenzetti, 286

Telefone: (14) 3263-3123

email: cidadedolivro@gmail.com

RESERVAS NO LOCAL, POR TELEFONE OU EMAIL – LUGARES LIMITADOS

Violonista Vitor Garbelotto apresenta o show “Sarau para Radamés” amanhã, na Casa da Cultura

“Vitor Garbelotto toca Radamés com invejável suingue e sem deixar de cuidar da qualidade sonora. A abordagem que faz é direta, com acordes claros e frases arrojadas” afirma Sidney Molina, critico da Folha de São Paulo sobre o jovem catarinense, que em 2010 recebeu o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) na categoria Revelação em Música Erudita.

Vitor Garbelotto vem se firmando no cenário violonístico como um dos grandes talentos da nova geração. Seu primeiro trabalho solo, o álbum “Radamés Gnattali: Integral para Violão Solo” já é considerado referência da obra do compositor gaúcho, além de ter sido apontado como um dos discos de violão mais importantes lançados no Brasil nos últimos anos.

A busca pela acuidade sonora não faz o violonista perder a essência da música brasileira, demonstrando grande técnica, sonoridade e um forte caráter rítmico, elemento essencial do Violão Brasileiro.

Garbelotto é Bacharel em Música Popular e Erudita pela Unicamp. É integrante do Duo Camaradá, com o percussionista Iê dos Santos e  desenvolve um trabalho em duo com o violonista Diogo Carvalho (trabalho camerístico voltado para as músicas Impressionista e Brasileira). Faz transcrições (teve uma delas publicada na Revista ViolãoPro nº 16) e arranjos (desde instrumento solo até grandes formações). Se dedica, também, ao ensino do seu instrumento há mais de dez anos, além de buscar continuamente seu aperfeiçoamento musical. Vitor, que já estudou com Daniel Wollf, Ulisses Rocha, Paulo Martelli, Gisela Nogueira, Henrique Pinto, hoje estuda harmonia com Marisa Ramires.

Projeto Ademar Guerra realiza Encontro Regional de Teatro em Lençóis Paulista.

O Projeto Ademar Guerra, programa da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, dará continuidade as suas atividades da edição 2011 com a realização do Encontro Regional de Teatro em Lençóis Paulista, região de Bauru, nos dias 23 e 24 de julho. A programação terá oficinas e palestras com importantes profissionais de teatro que integram a equipe dos orientadores artísticos do Projeto Ademar Guerra.

O objetivo da realização dos Encontros Regionais é interiorizar e descentralizar as atividades culturais no Estado, possibilitando aos jovens artistas atualização, capacitação e para alguns, o primeiro contato com o universo teatral. Com essa ação também se fomenta a integração entres os artistas. A coordenação do projeto prevê a realização de encontros regionais em várias regiões do Estado entre julho e setembro.

O projeto Ademar Guerra foi criado em 1997 pela Secretaria de Estado da Cultura com o objetivo de propiciar orientação artística a grupos teatrais em atividade no interior e litoral do Estado de São Paulo. Assim, os artistas-orientadores atuam junto aos grupos selecionados, acompanhando seus projetos de pesquisa e montagem de espetáculos.

Neste ano, 35 artistas atuam na orientação dos 35 grupos de teatro selecionados em 29 cidades do Estado de São Paulo, totalizando 247 atores participantes do projeto. O incentivo e valorização na formação dos grupos visam, sobretudo, colaborar também com a formação de público e com o incremento na vida cultural das comunidades.

Equipe

A curadoria do projeto é do diretor de Sérgio Ferrara que trabalhou com grandes atores como Paulo Autran, Raul Cortez, Eliane Giardini e Rosi Campos, além de grandes dramaturgos como Maria Adelaide Amaral, Mário Bortolotto. Com Plínio Marcos, trabalhou no Teatro de Arena. Por sua direção do espetáculo Pobre Super-Homem, de Brad Fraser, ganhou o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) de melhor diretor

O ator e gestor cultural Expedito Araújo será o consultor do Projeto em 2011. Graduado em artes cênicas na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o ator foca seu trabalho em pesquisa e atuação, atividades relacionadas às interseções de artes cênicas, cultura e educação. Atualmente é diretor artístico e de comunicação do programa cultural Vivo EnCena, da empresa de telefonia Vivo.

A coordenação geral do projeto Ademar Guerra está a cargo de Aldo Valentim, mestre em Artes Cênicas pela Unicamp e mestrando em Gestão Pública pela FGV. Foi coordenador do projeto Ademar Guerra de 2003 a 2006. A equipe conta também com dois produtores, Michelle Gonçalves e Beto Souza, profissionais com experiência na área de produção teatral.

Local: CASA DA CULTURA de Lençóis Paulista

Rua 07 de Setembro, 934 – Centro – CEP: 18682-042

Contato: (14)3264-1311 / (14) 3263-6525

cultura@lencoispaulista.sp.gov.br

www.oficinasculturais.org.br

Programação do Encontro Regional de Teatro em Lençóis Paulista

Oficinas

23 e 24 de julho

 O Mundo Dramático de Nélson

 Com: Luiz Carlos Laranjeiras

Dramaturgo, diretor, ator, arte-educador e mestre em Filosofia/Estética, participou do Teatro Vento Forte em São Paulo e escreveu as peças Folia da terra, Coração diamante, Na pressão, entre outros textos. Como diretor, destaque para os espetáculos As patacoadas de Cornélio Pires, teatro adulto com o Andaime Teatro/CPT, e A casa de dentro da gente, teatro para a infância e a juventude com a Caixa de Histórias/CPT.

 Sinopse:

Palestra na área de Teatro sobre a presença do tragicômico na dramaturgia de Nelson Rodrigues, revelado pela coexistência entre alguns elementos do trágico e do cômico nos procedimentos dramáticos das peças A mulher sem pecado, Vestido de noiva, A falecida, Boca de ouro e Beijo no asfalto.

Total de vagas: 15

Dia 23 de julho

Horário: 14:00 as 17:00

Publico alvo: Pessoas interessadas em geral

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A Mascara em cena – Representação e expressão

Com Murilo de Paula

Formado em Artes Cênicas pela Unicamp, trabalha atualmente como ator e bailarino. Dirigiu Pássaros de papel (2006) e participou como assistente de direção de Encontro de dois (Cia quase 9, com dir. de Mariana Muniz, 2010) e Homens de papel (dir. Roberto Mallet, 2007). Últimos trabalhos como intérprete: Em algum lugar fora do mundo, direção de João Andreazzi, Cia Corpos Nômades. Mabe Ma, coreografado e dirigido pelo coreógrafo e bailarino de butoh, Tadashi Endo. Notas da Superfície, pelo Núcleo Experimental de artes cênicas do SESI, direção Márcia Abujamra. O Bailado de Flávio de Carvalho, pelo Núcleo Experimental de artes cênicas do SESI, direção de Roberto Lage. Qio-Guem?! Direção de Alice K. Estuda dramaturgia desde 2006, com foco em textos contemporâneos e em dramaturgia colaborativa. De 2004 a 2005 foi monitor da disciplina “Máscara: elementos técnicos de artes visuais”, trabalhando junto à profa. Heloísa Cardoso no laboratório de máscara e cenografia do dep. de Artes Cênicas – Unicamp. Criou e confeccionou máscaras para os espetáculos: Notas da Superfície; O bailado de Flávio de Carvalho; Ponto de Partida, dir. Pedro Braga e A hora em que não sabíamos nada uns dos outros, da Cia Elevador Panorâmico, dir. de Marcelo Lazzaratto

Sinopse:

A máscara é um elemento dinâmico, em constante mutação. É um objeto potente de representação da realidade e do presente, portanto se transforma para dar voz e dialogar com as necessidades e questões de seu tempo. Instigar a busca pela expressão justa e autoral e ampliar o diálogo entre máscara e contemporaneidade é o desafio para esse encontro.

Dia 24 de julho

Horário: 09:00 as 12:00 / 14:00 as 17:00

Total de vagas: 15

Publico alvo: Publico com experiência em Teatro.

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 Butoh como linguagem de expressão

Com Ana Chiesa Yokoyama

Atriz e Arte Educadora formada pela Eca-Usp, estudou por 3 anos com Kazuo  e Yoshito Ohno no Kazuo Ohno Dance Studio em Yokohama- Japão (de 2000 a 2003). Em 2009 foi contemplada pelo Ministério da Cultura e pela Organização do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil a se apresentar no Japão, em Yokohama e em Shizuoka, o Epetáculo Teatral “Onishi não pode Dançar”. Integrante da Cia Teatro Balagan desde 2007

Sinopse:

A Oficina tem como objetivo apresentar, por meio de exercícios práticos e filosóficos, alguns  princípios da expressão cênica japonesa, o Butoh de Kazuo Ohno.

Utilizando materiais e elementos da natureza, como água, terra, pedra, flor, etc, os princípios do Butoh serão experimentados através de práticas que têm como base principal a respiração e a contenção de movimentos.

A consciência do corpo em relação ao material lúdico explorado é a matéria do trabalho, trazendo à tona a memória com suas imagens e aspirações poéticas, elementos fundamentais para a construção cênica.

Total de vagas: 15

Dias 23 e 24 de julho

Horário: 09:00 as 12:00 / 14:00 as 17:00

Publico Alvo: Pessoas com experiência com Teatro Dança.

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 Prática de direção cênica na perspectiva da composição teatral

 Com Fabiano Lodi

Fabiano Lodi é diretor teatral e produtor cultural. É responsável pela Escultural Produções de Arte, produtora que realiza uma ampla gama de projetos ligados às Artes Cênicas na cidade de São Paulo. Integra o banco de pareceristas de projetos culturais do

Ministério da Cultura. Como diretor teatral, coordena os trabalhos do Projeto Dobrável – núcleo artístico que prioriza a cooperação artística em diversos segmentos da arte. Suas realizações recentes incluem produções de workshops internacionais, publicações nas áreas de direção teatral e ensino de teatro e orientação artística em projetos de formação

 Sinopse:

Serão experimentadas variadas estruturas de Composições Teatrais, procedimentos de direção teatral que priorizam a organização de materiais gerados em processo criativos de improvisação. Trata-se de uma série de possibilidades de organizar conteúdos temáticos que resultem em cenas teatrais, coreografia, performance ou outras formas cênicas de representação. O processo artístico decorrente das Composições Teatrais rediscute a hierarquia tradicional estabelecida nas relações artísticas em teatro, especialmente no que envolve a relação diretor-ator

Total de vagas: 15

Dias 23 e 24 de julho

Horário: 09:00 as 12:00 / 14:00 as 17:00

Publico Alvo: Diretores Teatrais.

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Circo-teatro de repertório

Paulo Cardoso

Ator, diretor, dramaturgo, produtor a mais de 30 anos de experiência no setor teatral, de família de Circo, Notório Saber em Artes Cênicas pelo SATED/SP. Participou dos projetos dos Núcleos de Artes Cênicas do SESI, Viagem Teatral, Mostra de Teatro de Bonecos, Cena Livre, Criação de Grupos, Criação de Espaços Culturais, foi um dos Criadores dos Núcleos de Artes Cênicas do SESI/SP. Dirigiu as peças Um Longo Caminho que vai de Zero a Ene, O Céu Uniu Dois Corações, A Greve do Sexo, Revolução das Mulheres, Um Deus Chamado Dinheiro, Cegonha Boa de Bico, Os três Gostosões, Ah se o Anacleto Soubesse, Promete Que não Conta? Diário de Adolescente, Cala Boca Etelvina, Vejo um Vulto na Janela, me Acudam Que eu sou Donzela, A Chuva de Sorrisos entre outras. Ganhou prêmio de melhor Diretor, melhor Ator em diversos festivais no Brasil

 Sinopse:

Clown se traduz por palhaço, mas as duas palavras têm origens diferentes. Clown vem do inglês, segundo Ruiz, está ligado ao termo camponês “clod”. Já palhaço vem do italiano “paglia” (palha), usada para revestir colchões: a primitiva roupa do palhaço era feita do mesmo tecido grosso e listrado do colchão. A diferença entre um e outro, o palhaço é mais de feira e praça, o clown de circo e palco. Hoje existe pouca diferença entre a palavra palhaço e a palavra clown, pois as duas palavras se confluem em essências cômicas. A primeira, no entanto, é usada, às vezes, como insulto, significando estúpido, ridículo e exibicionista, ou para indicar o cômico do circo. O interesse pelo clown manifesta-se nos anos sessenta. O circo se transforma e o clown sai do picadeiro para as ruas, para o teatro. Muitos jovens desejam serem clowns; é uma profissão de fé e uma tomada de posição perante a sociedade. O clown põe em desordem certa ordem e permite assim denunciar a ordem vigente. O clown torna-se, com o tempo, um profissional que deve saber realizar seus fracassos com talento, trabalho e técnica. É um caminho puramente pedagógico e coloca o comediante numa situação para além da representação clownesca. Temos, dentro da literatura, do cinema, do teatro, tipos ingênuos e desajustados que vêm acompanhando nossas vidas, entre eles: Charles Chaplin, Gordo e Magro e Os Três Patetas.

Total de vagas: 15

Dias 23 e 24 de julho

Horário: 09:00 as 12:00 / 14:00 as 17:00

Publico Alvo: Diretores Teatrais

Parceria entre Diretoria de Cultura e SESC traz premiado espetáculo à Lençóis

Nesta sexta (22/05), às 20h, estará em cartaz no auditório da Casa da Cultura “Prof. Maria Bove Coneglian” o espetáculo teatral “O Primeiro Dia Depois de Tudo”; com texto e dramaturgia de Leo Lama. A peça é encenada pelos atores Priscilla Carvalho e Leonardo Ventura, oriundos da Casa Laboratório, dirigida por Roberto Bacci e Cacá Carvalho. Junto com Lama, eles formaram a Novíssima Companhia, que pretende estudar novos caminhos do fazer teatral.

O dramaturgo Leo Lama, que vem se aprofundando no tema dos relacionamentos afetivos desde sua peça “Dores de Amores” (1989), agora explora o amor no caráter mítico e simbólico. No palco, duas cadeiras de rodas e duas imensas asas de anjos que saem das costas dos atores para mostrar um casal que desconstrói sua história para viver o primeiro dia depois de tudo. Eles não podem se tocar nem se mexer, como se o amor não fosse para esse mundo, para essa época, mas o espírito do casal se une em um salto libertador: eles se jogam pela janela e saem voando, transcendendo a paralisia dos tempos modernos, o reino da quantidade superficial e da paralisia mental.

SINOPSE:

Beatriz e Roberto estão fora do tempo ou em uma outra temporalidade: O  futuro do pretérito. Nem aqui nem lá, estão assolados por estranha paralisia, mas de suas costas saem asas. Seriam anjos? O que os teria deixado assim? Ele é músico e compõe canções que nunca mostra para ela. Ela é atriz e anda tendo inexplicáveis visões, enxergadas nas nuvens. A música é proibida. Ele tem ordens a cumprir. Uma guerra esta acontecendo. O mundo estaria acabando? Eles não podem se tocar nem se mexer, como se o amor não fosse para essa época, mas o espírito do casal se une em um saIto libertador: eles se jogam pela janela e saem voando, transcendendo a paralisia dos tempos: o reino da quantidade superficial. E depois de tudo, como seria o primeiro dia?
A trilha sonora apresenta uma novidade: é executada inteira antes de a peça começar. Os atores permanecem na mesma marca do começo ao fim da representação, informando para a platéia o que fariam, sempre no futuro do pretérito. O trabalho faz parte de uma intensa pesquisa de interpretação realizada por Lama, sob o título de ‘O Ator em Repouso’.

O espetáculo - uma parceria com o SESC/Bauru – é gratuíto. O agendamento prévio pode ser feito diretamente na recepção da Casa da Cultura ou pelo telefone: (14) 3263-6525. A peça não é recomendada para menores de 14 anos.